{"id":300,"date":"2016-12-24T16:09:20","date_gmt":"2016-12-24T19:09:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.historiadeuberlandia.com.br\/?p=300"},"modified":"2016-12-24T16:09:20","modified_gmt":"2016-12-24T19:09:20","slug":"natal-da-casa-dos-avos-tem-coisa-melhor","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.historiadeuberlandia.com.br\/?p=300","title":{"rendered":"Natal da casa dos Av\u00f3s, tem coisa melhor?"},"content":{"rendered":"<p>E chega o Natal! Nada melhor do que recordar aqueles Natais da inf\u00e2ncia, fam\u00edlia grande, casa dos av\u00f3s, todo mundo reunido. Eu tive o grande privil\u00e9gio de comemorar v\u00e1rios Natais dessa forma. E com um ingrediente especial, a dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>O rel\u00f3gio da Esta\u00e7\u00e3o Rodovi\u00e1ria sinaliza seis horas. Naquela bela tarde quase nublada e quente de dezembro, o sol come\u00e7a a desaparecer atr\u00e1s dos casar\u00f5es fronteiri\u00e7os \u00e0 pra\u00e7a. Desembarcamos da jardineira que havia acabado de chegar de Coromandel, ap\u00f3s v\u00e1rias horas de viagem, enfrentando as costelas de vaca e os buracos da estrada de terra. Meu est\u00f4mago, como sempre, estava bem prejudicada pelo balan\u00e7ar da dura viagem. Meu pai pegou a mala empoeirada do teto da Jardineira.\u00a0 De m\u00e3os dadas com minha m\u00e3e, gr\u00e1vida de nossa irm\u00e3 Ad\u00e9lia, que nunca quis ser Am\u00e9lia, e meu irm\u00e3o Jo\u00e3o Artur, atravessamos a rua em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 pra\u00e7a. Malas acomodadas na charrete, descemos a rua XV de Novembro em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 rua Paes Leme. L\u00e1 em cima, tr\u00eas quarteir\u00f5es ap\u00f3s a avenida Get\u00falio Vargas, tia Neuza e tio Jesu\u00edno, banc\u00e1rio do Banco da Lavoura, nos recebem, em sua casa, onde ficaremos hospedados at\u00e9 o ano novo. Ap\u00f3s um banho quente, reconfortante, e o jantar, caseiro e delicioso, que tia preparou, sempre beliscando um copo de cerveja,\u00a0 que ficava ao lado do fog\u00e3o, vou para o sof\u00e1 , j\u00e1 preparado com len\u00e7ol e travesseiro para recuperar a energia com uma bela noite de sono pois, no dia seguinte, tem Praia Clube.<\/p>\n<p>Tr\u00eas dias depois, com a pele dos dedos enrugada de tanto aproveitar as piscinas do Praia Clube, aquelas que ficavam onde hoje \u00e9 o parque de areia infantil, \u00e9 hora de vestir roupa de festa e ir para a casa da v\u00f3 Ant\u00f4nia e v\u00f4 Jo\u00e3o Motta. De carona na Lambretta do tio Jesu\u00edno, em p\u00e9 no assoalho da frente fizemos a longa viagem, da avenida Paes Leme at\u00e9 a rua General Os\u00f3rio, a tr\u00eas quarteir\u00f5es da pra\u00e7a Doutor Duarte, quase esquina com a rua L\u00facia Matos. Para uma crian\u00e7a de sete, oito anos, era uma grande dist\u00e2ncia mesmo e uma aventura fant\u00e1stica.<\/p>\n<p>A casa estava lotada. Os tr\u00eas quartos da frente, cheios de colch\u00f5es. Afinal eram dez filhos, genros, noras e netos. Alguns j\u00e1 moravam fora e o final de ano era a oportunidade para o reencontro da fam\u00edlia toda. Tio Oscar e a namorada, a goiana Julieta, estavam sempre presentes. Tia Clarice, com o marido Alberto, fazia a viagem mais longa, l\u00e1 de Guara\u00ed, hoje no estado do Tocantins. Nessa \u00e9poca tinham dois filhos, meus primos Silberto e Sigisberto. Tio Orcalino, ou simplesmente Calino, carateca e estudante de engenharia, sempre brincando com suas frases de duplo sentido, trazia a Marize, gr\u00e1vida da Solange, l\u00e1 de Bras\u00edlia. Tia Olinda recebe seu noivo, que at\u00e9 hoje conhe\u00e7o simplesmente por Z\u00e9 da Olinda, vendedor da saudosa loja Carlos Saraiva. Tia Olga leva o T\u00e3ozinho, o mestre das piadinhas curtas. Podia ficar horas contando anedotas sem repetir uma sequer. Tio Jo\u00e3ozinho, o namorador, sempre com uma companhia diferente a cada ano. Tia Ol\u00edvia, estudando para entrar na faculdade de medicina em Uberaba, tirava uma folga dos livros. Tio Toninho, o ca\u00e7ula, capoeirista, com uma calma no falar que lembrava as piadas baianas. E completando a fam\u00edlia, a tia Neuza acompanhada do marido Jesu\u00edno e de meu primo C\u00edcero Motta, e minha m\u00e3e, S\u00f4nia, com meu pai Z\u00e9 Coimbra. Os outros primos e aparentados n\u00e3o foram citados porque vieram depois da \u00e9poca contextualizada e n\u00e3o por esquecimento.<\/p>\n<p>A arvore de natal, iluminada, ficava quase sempre, em um canto da sala, ao lado de um dos sof\u00e1s individuais. O televisor Halley, fabricado em Uberl\u00e2ndia por Jorge Sim\u00e3o, cuja logomarca era um cometa, ficava na outra ponta. \u00a0Aposto que quase ningu\u00e9m sabia que Uberl\u00e2ndia j\u00e1 teve at\u00e9 f\u00e1brica de televisores. Isso \u00e9 assunto para outra hist\u00f3ria. Na sala de jantar, uma radiola enorme, cor de cerejeira, mais alta que eu, embalava a festa.<\/p>\n<p>Mas a festa n\u00e3o acontecia dentro da casa. No quintal, tinha a maior atra\u00e7\u00e3o. Uma videira que na \u00e9poca j\u00e1 devia ter uns trinta anos, cobria toda a \u00e1rea exibindo centenas de cachos verdes pendurados em toda a extens\u00e3o como se fossem pe\u00e7as decorativas. Nos fundos, ao lado da lavanderia, ficava a cozinha auxiliar onde eram colocados todos os pratos que cada um trazia. Minha maior lembran\u00e7a gustativa \u00e9 da maionese da tia Neuza, deliciosa. \u00c0s vezes ela exagerava um pouco na cebola. N\u00e3o faltava a leitoa assada, o peru, a ambrosia, a rabanada, a mesa de frutas e castanhas na casca que quebr\u00e1vamos com pedras sobre o cimento do quintal.<\/p>\n<p>\u00c0 meia-noite, contagem regressiva, alguns tiros de garrucha no pared\u00e3o disparados por Jo\u00e3o Motta, uma ora\u00e7\u00e3o e todos se cumprimentavam, lembrando o esp\u00edrito fraterno que sempre deve existir nessa data simb\u00f3lica. Depois disso, a festa seguia at\u00e9 quase amanhecer. No dia seguinte, o famoso almo\u00e7o-resto, com o que sobrou da festa e mais conversa fiada para passar o tempo. Era hora da crian\u00e7ada sair para a rua e jogar queimada at\u00e9 a pele avermelhar de tanta bolada. Agora era s\u00f3 aproveitar a semana porque no ano novo tinha repeteco.<\/p>\n<p>E assim seguia a vida, naquele final da d\u00e9cada de 1960 e in\u00edcio da d\u00e9cada de 1970.<\/p>\n<p>Um Feliz e Pr\u00f3spero Natal\u00a0a todos!<\/p>\n<figure id=\"attachment_304\" aria-describedby=\"caption-attachment-304\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"304\" data-permalink=\"http:\/\/www.historiadeuberlandia.com.br\/?attachment_id=304\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.historiadeuberlandia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/FAMILIA-MOTTA2-001.jpg?fit=1488%2C1188\" data-orig-size=\"1488,1188\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Picasa&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1466176621&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"familia-motta2-001\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Fam\u00edlia Motta, in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960, faltando apenas a Clarice que j\u00e1 havia casado. Foto de arquivo pr\u00f3prio&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.historiadeuberlandia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/FAMILIA-MOTTA2-001.jpg?fit=300%2C240\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.historiadeuberlandia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/FAMILIA-MOTTA2-001.jpg?fit=1024%2C818\" class=\"size-large wp-image-304\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.historiadeuberlandia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/FAMILIA-MOTTA2-001.jpg?resize=1024%2C818\" alt=\"Fam\u00edlia Motta, in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960, faltando apenas a Clarice que j\u00e1 havia casado. 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Foto de arquivo pr\u00f3prio<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_303\" aria-describedby=\"caption-attachment-303\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"303\" data-permalink=\"http:\/\/www.historiadeuberlandia.com.br\/?attachment_id=303\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.historiadeuberlandia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/O-famoso-%E2%80%9C%E2%80%99%C3%ADndio%E2%80%9D-de-aroeira-que-ficava-na-porta-da-Casa-Spirandelli-estilizado-para-o-per%C3%ADodo-de-Natal.-Foto-divulga%C3%A7%C3%A3o..jpg?fit=2724%2C1972\" data-orig-size=\"2724,1972\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"o-famoso-indio-de-aroeira-que-ficava-na-porta-da-casa-spirandelli-estilizado-para-o-periodo-de-natal-foto-divulgacao\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;O famoso &amp;#8220;\u00edndio&amp;#8221; de aroeira, que ficava na porta da Casa Spirandelli, estilizado para o per\u00edodo de Natal. 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Ele se vestia de Papai Noel no Natal e de Rei Momo, no Carnaval. \u00c0 direita o japon\u00eas Matuda, que ensinava as crian\u00e7as os trabalhos de hortali\u00e7a e cuidava da granja, cujas chocadeiras ele mesmo fabricava. Matuda morava ao lado da granja, com a esposa, dona Saka e os filhos Dioji, Maria e Tochinory. Era uma figura muito querida pelas crian\u00e7as do Patronato. Foto divulga\u00e7\u00e3o.&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.historiadeuberlandia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/maximiliano-carneiro.jpg?fit=300%2C174\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.historiadeuberlandia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/maximiliano-carneiro.jpg?fit=1024%2C593\" class=\"size-large wp-image-305\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.historiadeuberlandia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/maximiliano-carneiro.jpg?resize=1024%2C593\" alt=\"Maximiliano Carneiro, o radialista da Difusora, mais conhecido como Coronel Hipopota, distribuindo refrigerante para os meninos do Patronato Buriti. Ele se vestia de Papai Noel no Natal e de Rei Momo, no Carnaval. \u00c0 direita o japon\u00eas Matuda, que ensinava as crian\u00e7as os trabalhos de hortali\u00e7a e cuidava da granja, cujas chocadeiras ele mesmo fabricava. Matuda morava ao lado da granja, com a esposa, dona Saka e os filhos Dioji, Maria e Tochinory. 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Ele se vestia de Papai Noel no Natal e de Rei Momo, no Carnaval. \u00c0 direita o japon\u00eas Matuda, que ensinava as crian\u00e7as os trabalhos de hortali\u00e7a e cuidava da granja, cujas chocadeiras ele mesmo fabricava. Matuda morava ao lado da granja, com a esposa, dona Saka e os filhos Dioji, Maria e Tochinory. Era uma figura muito querida pelas crian\u00e7as do Patronato. Foto divulga\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>E chega o Natal! Nada melhor do que recordar aqueles Natais da inf\u00e2ncia, fam\u00edlia grande, casa dos av\u00f3s, todo mundo reunido. 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